Decidiram despir-se para um calendário, a que chamaram «Sociedade a Jacto», que tem como objectivo chamar a atenção para o problema que vivem.
Com nove meses de salários em falta, as profissionais do ar esperam que a exposição pública do caso lhes permita a elas ver na sua conta o dinheiro que lhes é devido.
«Fizemos o calendário para não deixar esquecer a nossa situação e para reivindicar os nossos direitos e o dinheiro que nos devem», afirmou Adriana, uma das participantes no calendário que pretende chamar à atenção para os vários meses de salários em atraso.
«Queremos ser desvinculados à empresa e que Gerardo Díaz Ferrán, o director, dê a cara e acabe com esta situação», acrescentou.
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