Angelina Jolie deixou bem claro quando lhe ofereceram o papel de uma «Bond Girl»: «Não, obrigado. Eu gostaria ser (James) Bond».
Seu desejo foi atendido em «Salt», que marca o seu retorno aos filmes de ação como uma espiã que desconcerta e seduz até o último segundo.
O filme, que estreia nesta sexta-feira nos Estados Unidos e no dia 30 nos cinemas brasileiros, ressuscita alguns fantasmas da Guerra Fria com uma trama inquietante de espionagem e muita ação, como mostrou a protagonista de «Lara Croft: Tomb Raider» (2001) ao tirar os saltos e correr mais do que todo mundo.
«Algumas vezes tivemos de dizer, 'este é o limite e daí não passa'», revelou na apresentação do filme, em Washington, o produtor Lorenzo Di Bonaventura, que cambaleava nas cenas mais perigosas de Jolie ao se lembrar dos preços do seguro de uma atriz com o seu cachê.
O roteiro, pensado inicialmente para Tom Cruise, teve de se reescrito, segundo o diretor Phillip Noyce "O Santo", 1998, para imprimir mais agressividade - e também mais credibilidade - ao papel de Jolie, que interpreta Evelyn Salt, uma agente da CIA acusada de participar de um programa russo que infiltra suas «toupeiras» no país ainda quando crianças.
«Os encontros cara a cara com todos esses homens malvados de repente se transformam em uma coisa muito exótica», confessou o diretor.
A alucinada corrida contra o tempo com lutas coreografadas culmina com a denúncia de um espião russo, que acusa Salt de não ser quem ela diz ser.
Os alarmes começam a tocar e a dúvida a aflige diversas vezes no decorrer da história, enquanto ela corre, se pendura, salta e arquiteta maneiras de continuar no compasso das mais obscuras e acrobáticas artes de seu ofício.
Para a atriz, deixou claro em seu trabalho anterior «O Procurado», 2008 o quanto gosta de perseguições e cenas sangrentas, o papel chegou no momento ideal para seu ânimo.
«Tive filhos e fiquei em casa por um ano e meio. Aí decidi que o personagem era suficientemente complexo e que seria bom para eu me levantar e voltar à ativa depois de tanto tempo», disse.
Que ela queria o papel de Bond, isso é certo, mas Angelina Jolie acha que a super espiã interpretada por ela é um personagem «mais complexa e ambígua» que o agente 007.
Como inspiração e assessora, Jolie se entregou à Melissa Mahle, uma ex-agente da CIA que trabalhou no Oriente Médio na luta contra Al Qaeda.
Surpresa ao ver que Mahle conseguia ser doce e bonita e, ao mesmo tempo, forte, Jolie declarou ficar comovida pelos os esforços da agente secreta e por sua vida de isolamento durante anos, quando chegou em casa.
Para Liev Schreiber - que interpreta com Chiwetel Ejiofor um dos companheiros de trabalho que perseguem a espiã ao mesmo tempo em que a admiram -, a criação do personagem, acompanhado por ex-agentes da CIA como Valerie Plame, o levou a conclusões singulares, como para ser espião, 99% deve ser genético.
«Assumi que todos deveriam estar um pouco malucos. E até certo ponto acho que é verdade», disse.
Um caso curioso é que o lançamento do filme coincidiu com a notícia de um caso real de espionagem de agentes russos que viveram durante anos nos Estados Unidos, trocados no início de julho por agentes americanos detidos na Rússia.
Os criadores do filme acham que a coincidência foi um tanto quanto "curiosa" e, nas palavras de Jolie, isso reforça a verossimilhança deste roteiro que ficou cinco anos sem conseguir financiamento, por ser considerado que o argumento era melhor para a época da Guerra Fria.
«Isto nunca vai acabar. Nos disseram», brincou o produtor.
Agência EFE
Eu estou escrevendo alguns roteiros, não é me gabando mas eles serão bons; pois eu estou colocando eles no estilo anos 90 aonde o personagens apanhar é surrado,humilhado e no final ele vencera com classe de cabeça erguida e com olhar humildes de ter feito o trabalho bem feito, tem algusn roteiros para mulheres mas não pensa elas que a personagem leva vantegens em tudo só proque é mulher.As minhas personegens apanha do incio do filme até o segundo ponto de virada da resolução, elas vão apanhar, ser surrada,humilda mas vencera com dignidades, não é só poque é mulher que vai levar vantagens, pois eu não gosto de filmes com mulhures que só leva vantegns, tem que ser no estilo dura de matar.rambo e queima de arquivo aonde o persongens pricipal sofre do inicio até o segundo ato é so´nareslução que ele leva vantagens.Eu estou ansioso par ver o novo filme do Sylvester Stallone que foi gravado no rio de janeiro, eu tenho certeza que será um bom filme; poque os seus personagens são sarrado do inicio ao segundo ato até a resoluão final eo seu personagen age humilde mente não duvidando do seu oponente, isto sim eo filme de ação
Adriano 2010-08-08 17:45:23
A angelina julie é uma linda mulher, trabalhar bem, já ganhou um oscar de melhor
atriz, tem um curriculum invejavél mas eu pessoalmente não gosto dos filmes de-las, porque em todos os seu filmes ela sempre leva vantagens, os personegens de-la não sofre muito do inicio do filmes ao ponto de virada do segundo ato da resuloção, já começao sempre levando a melhor eo público não gosta de histórias assim, nos queremos ver o personagem principal apanhar do primeiro ato até o incio da resolução do final pois é no final que a gente sabe que é duro na queda ou não.O filme tomb rider a oreigem da vida eu não gostei ela levava vantageb em tudo e não teve aque-la escoriações que nós viamos nos filmes do rambo eo final ficou sendo ruim ela mata o cara e joga a caixa dourada no poço de pincher mas sabendo que o cara enfrentou tudos os desafios junto com elas, ele era pra sair da caverna junto com ela e como uma visão diferente da vida por ter lutado ao lado de uma grande mulher